Ações

  • O que acontece aos quase 17 anos ? / por Philippe Lacadée 1 / Aos quase 17 anos, nos aproximamos da idade de 17 anos, na qual o poeta nos ensina que não temos como ser sérios, e que além do mais estamos nos meses do amor, a dita primavera, ou mesmo o Despertar da Primavera, essa peça teatral tão cara a Freud e a Lacan. Voltemos ... Leia mais
  • O tempo real na passagem adolescente / por Ângela Vorcaro e Carla Capanema / Em sua constituição subjetiva, o ser falante efetua uma torção subversiva da condição de equivalência à posição que lhe é conferida na linguagem, chegando a sua asserção singular na condição de incomensurabilidade, ou seja, barrado, separado de sua significação. Inicialmente realiza-se como distinção, na contingência do traço que ... Leia mais
  • Neurose Ordinária? / por Musso Greco /   Lacan indicava dois perigos que interfeririam na avaliação diagnóstica da criança (que podemos estender a qualquer clínica): o primeiro é o de não ser suficientemente curioso; o segundo, o de compreender demais. Na clínica dos chamados novos sintomas essa orientação ganha uma nova potência. Ao verificar a ocorrência de uma debilidade ... Leia mais
  • O jardim comestível A heterotopia é capaz de justapor em um único lugar real, diversos espaços, diversos lugares que são eles mesmos incompatíveis. O exemplo mais antigo da heterotopia em forma de lugares contraditórios é o jardim. Os tapete persas eram originalmente reproduções de jardins, e o jardim é um tapete onde todo o mundo completa sua perfeição simbólica. O jardim é a menor parcela do ... Leia mais
  • Clínica do adolescente fora da lei  / por Musso Greco / O menino criminoso é aquele que forçou uma porta que s e abre para um lugar proibido. Ele quer que essa porta se descortine pára a mais bela paisagem do mundo: exige que a prisão que mereceu seja cruel. Digna, enfim, do mal que ele se permitiu para conquistá-la. (Jean Genet – A criança criminosa)   A Lei, ... Leia mais
  • Ateliês do Desembola na Ideia A vertente que orienta a produção nos ateliês do Desembola na Ideia respeita a apresentação de restos, peças soltas, diversificadas e desinseridas de qualquer imperativo moral do Outro, como ponto de partida de uma narrativa que esboce a posição fantasmática do sujeito. O corpo está no centro dessa ação, como lugar de expressão e experiência estético-política. O corpo é esse elemento mediador de vivências, e o ... Leia mais
  • O desamparo como fundamento: ensaio sobre duas posições adolescentes no Desembola na Ideia / por Vinícius Carossi / Como o próprio título denuncia, esse trabalho tem, antes de tudo, raízes riobaldianas, que podem ser expressas pela máxima: “eu quase que nada sei, mas desconfio de muita coisa”. É uma construção da desconfiança. Algo na nossa experiência diária do Desembola parece tangenciar esse funcionamento a ser descrito. Minhas arregimentações teóricas ... Leia mais
  • O lado de fora não é um limite fixo, mas uma matéria móvel, animada de movimentos peristálticos, de pregas e de dobras que constituem um lado de dentro: nada além do lado de fora, mas exatamente o lado de dentro do lado de fora. (Gilles Deleuze) Trabalhando em torno do que seria o “Desembola na Cidade”, ativado ... Leia mais
  • Adolescência e Violência / por Luís Fernando Duarte Couto Musso Garcia Greco Cristiane de Freitas Cunha / 1. Odeia teu próximo como a ti mesmo A vida em sociedade é marcada por um certo desconforto. Observamos, assim, um esforço dos humanos em obter felicidade, sua tentativa de permanecer em tal estado e a impossibilidade de se manter indefinidamente feliz (FREUD, 1930/2006). É ... Leia mais